Apresentação de trabalhos

BALAIOS DE EXPERIÊNCIAS

GT 1- DIREITOS HUMANOS, INVISIBILIDADE E EXPERIÊNCIAS DE VIOLÊNCIA ENTRE OS POVOS INDÍGENAS.

1º- Direito(s) na cidade loira de Blumenau: uma vivência dos Xokleng/Laklãnõ

Autoras: Jussara Inácio e Flávia R. Busarello

e-mail: jussara.inacio85@gmail.com

 

2º – Mulheres indígenas em movimento: as narrativas sobre violência

Autora: Juliana Cabral de Oliveira Dutra

e-mail: julianasocioambientais@gmail.com

 

3º – Roda de conversa: diálogos: mulheres indígenas e direitos humanos – construindo articulações…

Autoras: Maria Eunice Figueiredo Guedes, Eliene Rodrigues Putira Sacuena  e Luana Kumaruara

e-mail: nicepsique@gmail.com

 

3º- A psicologia e a formação para atenção e promoção em saúde com povos indígenas*

Autoras: Maria Eunice Figueiredo Guedes, Leone Azevedo Gomes da Rocha. Psicólogo, Marcela Accioli, Álvaro Palha, Fernando Pessoa

email: nicepsique@gmail.com

 

4º – O índio que mora na nossa cabeça.

Autora: Maria Elis Nunc-Nfôonro.

e-mail: mariaelisacs@gmail.com

 

5º –  A luta do Povo Xetá e o personagem Umuaraminha

Autor: Paulo Caldas Ribeiro Ramon e Luane Maciel Freire

e-mail: paulocrramon@gmail.com

 

GT 2 – PRÁTICAS EM PSICOLOGIA: EXPERIÊNCIAS DECOLONIAIS

1º- Grupo Marcus Matraga de psicologia social comunitária em contextos rurais da UFJF – experiências em movimento em uma área de reforma agrária da zona da mata mineira.

Autores: Conrado Pável de Oliveira, Telmo Mota Ronzani, Elisa Campos Quintão Júlia Batista Afonso, Kíssila Teixeira Mendes, Pedro Barino Rodrigues e Tháles Gonçalves Guilherme

e-mail: conradopavel@yahoo.com.br.

 

2º- Estágio Básico em Psicologia: o reconhecimento dos diferentes modos de vida e luta da população camponesa em Rondônia.

Autora: Juliana da Silva Nóbrega

e-mail: juliana.nobrega@unir.br ]

 

3º – Contribuições da psicologia na Assistência Técnica e Extensão Rural: fazeres de uma psicologia crítica e alicerçada nas necessidades concretas dos/as camponeses/as.

Autora: Solange Struwka

e-mail: sols.tr@hotmail.com

 

4º – Contradições e potencialidades na organização social e produtiva de um assentamento rural no interior de SP.

Autora: Caroline Cristiane de Sousa.

e-mail: carolinecspsi@gmail.com

 

5º – Sobre Psicologia e campesinato: narrativas de um encontro com o campo e os camponeses

Autora: Marcela Pereira Rosa

e-mail: marcela.pereirar@gmail.com

 

GT 3 – PRODUÇÕES EPISTEMOLÓGICAS E METODOLÓGICAS DECOLONIAIS

1º – Cátedra Kaapora – UNIFESP – campus Baixada Santista, Guarulhos e SP

Autores: Florianita Coelho Braga Campos, Alberto Ikeda,, Ilana Goldstein, Paulo Dias e Valéria Macedo

email: florianita.cbc@gmail.com

 

2º – Psicologia , filosofia e ancestralidade.

Autor: Francisco Gustavo Martins Matos da Silva.

e-mail: gustavomarttinsmatos@gmail.com

 

3º – QUAL NOME EU DOU? Relato sobre possibilidades descolonizadoras em metodologias de pesquisa em Psicologia.

Autora: Iclícia Viana

email: iclicia.ufsc@gmail.com

 

4º – Crianças e jovens quilombolas: reflexões sobre memória social, geração e colonialidade

Autoras: Beatriz Corsino Pérez, Alessandra da Silva Almeida, Andressa Monteiro Gomes, Luana de Sousa Godinho, Thamires Paranhos Marcelino.

e-mail: biacorsino@gmail.com

 

GT 4 – SAÚDE E PRÁTICAS DE CUIDADO EM COMUNIDADES TRADICIONAIS.

1º – Reflexões sobre possibilidades e entraves na saúde da comunidade Pankararu no Real Parque [trabalho de conclusão de Residência].

Autoras: Amanda Mayumi Ferreira Matsuyama e Danilo Silva Guimarães

e-mail: amandamatsuyama@gmail.com

 

3º – Prática de cuidado em saúde em um quilombo do agreste de Alagoas: conhecimentos populares e técnico-científicos.

Autores: Saulo Luders Fernandes, Gracys Kelly Monteiro de Moura, Adelaide Pacheco e Gustavo Alberto de Souza.

email: saupsiuco@gmail.com

 

4º – Saúde e as reivindicações dos Kaiowá e Guarani na internet.

Autores: Lucas Luis de Faria e  Catia Paranhos Martins.

e-mail: lucasluisf@outlook.com

 

5º – Um pé de saúde em terras quilombolas.

Autoras: Suely Emilia de Barros Santos, Wanessa da Silva Gomes  e Rosângela Estevão Alves Falcão

e-mail: suely.emilia@upe.br

 

GT 5 – SAÚDE MENTAL EM CONTEXTOS CAMPESINOS, QUILOMBOLAS E INDÍGENAS.

1º –  Ela só queria uma casa, ela só queria um lar: Um olhar sobre as práticas de cuidado integral em Saúde Mental de populações quilombolas.

Autoras: Danila Cristiny de Araújo Moura Aciole e Wanessa da Silva Gomes

e-mail:  danillamoura@hotmail.com

 

2º – Suicídio: entre a alma e a palavra.

Autores: Alexandre Lopes Fonseca e Marivaldo Aparecido de Carvalho

e-mail: alexandrelf.psicologia@gmail.com

 

3º – Saúde Mental e Luta pela Terra: Cuidados para um ‘Novo Amanhecer’

Juliana Camargo de Faria Pirró

e-mail: jujupirro@hotmail.com

 

4º – Reflexões sobre um percurso de formação profissional a partir de minha experiência na Comunidade Quilombola Kalunga

Sulamita Gonzaga Silva Amorim

e-maill: gonzagasulamita@gmail.com

 

 

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ATENÇÃO!!!

O prazo para envio de trabalhos foi prorrogado!!!
Você pode enviar seu trabalho até dia 13 de julho de 2018

Envie seu trabalho pelo link.

As cartas de aceite serão enviadas por e-mail posteriormente

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Nosso encontro contará com momentos de apresentação e discussão de experiências de de prática profissional, pesquisa, projeto de extensão e militância. Esses trabalhos poderão ser produzidos seguindo uma estrutura de narrativas livres, sem uma metodologia específica a ser indicada. A ideia é oferecer um espaço onde os participantes possam contar seus caminhos, indagações, dificuldades e propostas. Acreditamos que o rigor e qualidade dos trabalhos apresentados virão da implicação de cada um com sua prática e da vontade de compartilhar sua experiência.

Os resumos dos trabalho poderão ser feitos a partir de três formas de experiência: prática profissional, pesquisa e vivência junto às populações. Podem ser coletivas ou individuais e abarcar tanto o relato de um caso específico, assim como experiências mais amplas de atuação. Também podem ser um exercício que apresente ideias e reflexões de caráter mais teórico. A estrutura formal sugerida é: entre 250 e 500 palavras. Sugere-se que os trabalhos situem o território e o histórico das populações assim como o horizonte teórico utilizado.

Ressaltamos que nosso objetivo é valorizar a diversidade de experiências e a autonomia de cada participante. A oralidade, o causo e a forma mais solta de transmissão de conhecimento é uma das características das populações com as quais atuamos. Conta aí sua estória!

 

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